terça-feira, 10 de agosto de 2010

uma linda poesia.


Belo Belo


Belo belo belo,

Tenho tudo quanto quero.

Tenho o fogo de constelações extintas há milênios.

E o risco brevíssimo — que foi? passou — de tantas estrelas cadentes.

A aurora apaga-se,

E eu guardo as mais puras lágrimas da aurora.

O dia vem, e dia adentro

Continuo a possuir o segredo grande da noite.

Belo belo belo,

Tenho tudo quanto quero.

Não quero o êxtase nem os tormentos.

Não quero o que a terra só dá com trabalho.

As dádivas dos anjos são inaproveitáveis:

Os anjos não compreendem os homens.

Não quero amar,

Não quero ser amado.

Não quero combater,

Não quero ser soldado.

— Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples

A espera.

Esse é um poema que amo de vinicios de morais .

Ai, quem me dera terminasse a espera


Retornasse o canto simples e sem fim

E ouvindo o canto se chorasse tanto

Que do mundo o pranto se estancasse enfim

Ai, quem me dera ver morrer a fera

Ver nascer o anjo, ver brotar a flor.

Ai, quem me dera uma manhã feliz.

Ai, quem me dera uma estação de amor

Ah, se as pessoas se tornassem boas

E cantassem loas e tivessem paz

E pelas ruas se abraçassem nuas

E duas a duas fossem ser casais

Ai, quem me dera ao som de madrigais

Ver todo mundo para sempre afim

E a liberdade nunca ser demais

E não haver mais solidão ruim

Ai, quem me dera ouvir o nunca-mais

Dizer que a vida vai ser sempre assim

E, finda a espera, ouvir na primavera

Alguém chamar por mim

momentos da vida ...



As nuvens escuras passam porque o sol precisa aparecer,e amanhã será um novo dia porque tudo se renova e as promessas de Deus não podem falhar porque elas são verdadeiras e quando elas acontecerem  nada mais será igual na minha vida ...

Ter esperança a cada dia .



A nossa esperança ainda é a de despertarmos. Nossa esperança ainda é a de abrirmos os olhos sonolentos e pensarmos: Que sonho horrível. Como isso pôde ter acontecido?
Estamos tristes, Pai.
E por isso nos achegamos a ti. Não pedimos ajuda a ti; nós a suplicamos. Não pedimos; imploramos. Sabemos o que tu podes fazer. Lemos as histórias. Refletimos nas histórias e agora suplicamos: “Faze-o novamente, Senhor. Faze-o novamente”.
Tu te lembras de José? Tu o resgataste do poço. Tu podes fazer o mesmo por nós. Faze-o novamente, Senhor.
Tu te lembras dos hebreus no Egito? Tu protegeste seus filhos contra o anjo da morte. Temos filhos também, Senhor. Faze-o novamente.
E Sara? Tu te lembras de suas orações? Tu as ouviste. Josué? Tu te lembras de seus medos? Tu o inspiraste. E as mulheres no túmulo? Tu ressuscitaste sua esperança. As dúvidas de Tomé? Tu as levaste embora. Faze-o novamente, Senhor. Faze-o novamente.
De cativo, tu transformaste Daniel em um conselheiro do rei. Tomaste Pedro, o pescador, e o fizeste Pedro, o apóstolo. Por causa de ti, Davi deixou de conduzir ovelhas para conduzir exércitos. Faze-o novamente, Senhor, pois precisamos de conselheiros hoje; precisamos de apóstolos; precisamos de líderes. Faze-o novamente, querido Senhor.
Sobretudo, faze novamente o que fizeste no Calvário. O que vimos nesta tragédia, tu viste ali naquela sexta-feira. A inocência acabou. Deus estava sofrendo. Mães estavam chorando. O mal estava dançando. Assim como as sombras caíram sobre nosso filho, a escuridão caiu sobre o teu filho. Assim como nosso mundo de despedaçou, o filho da Eternidade foi traspassado.
E, ao anoitecer, a canção mais doce do céu foi silêncio, enterrado atrás de uma pedra.
Mas tu não hesitaste, ó Senhor. tu não hesitaste. Depois de seu Filho permanecer por três dias em um buraco, tu rolaste a pedra, bradaste na terra e transformaste a sexta-feira mais escura no domingo mais brilhante. Faze-o novamente, Senhor. transforma e Calvário em Páscoa.
Obrigado por estas horas de oração.
Que a tua misericórdia seja sobre todos os que sofrem. Concede àqueles que nos conduzem uma sabedoria que vá além de seus anos e experiência. Dá-nos graça para que possamos perdoar e fé para que possamos crer.
E olha com bondade para a tua igreja. Por dois mil anos tu a tens usado para curar um mundo ferido.
Faze-o novamente, Senhor. Faze-o novamente.

Por meio de Cristo, amém
.

.Sem medo de sonhar!


Sem sonhos a vida não  tem brilho
Sm brilho ,os  sonhos não tem alicerces
Sem  prioridades ,os sonhos não  se tornam reais ,sonhe ,trace metas ,estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos
Melhor é errar por tentar do que errar por omitir !
Não tenha medo dos tropeços da jornada ,não se esquece de que você pode chegar aonde outros não chegarão porque esse lugar e se sonho lhe pertence
Já dizia os poetas ;”Os sonhos não morrem “.

O famoso pintor gravador 
e arquiteto Aalbrecht Durer (1471-158)começou sua carreira  artística como um Homem muito pobre ,um companheiro seu ,também muito pobre o ajudou .os dois iam a igreja participavam da céia do senhor ,e o companheiro de Durer cultivava uma equilibrada vida de oração enquanto seu companheiro trabalhava duro buscando o sustento para os dois ,Durer podia continuar os estudos e aprimorar sua pintura .finalmente ,Durer se tornou um pintor famosos ,enquanto seu companheiro ficou com suas mãos deformadas pelo tipo de  trabalho que ele fazia ,ele não poderia mais pintar ,um dia Durer viu seu companheiro de joelhos em oração disse ao seu amigo “Eu não posso mais fazer suas mãos voltar a pintar ,mas posso mostrar meu amor e gratidão pintando exatamente como elas são ;postas em oração”este foi o começo da famosa ora de Albrecht Durer conhecida como mãos postas que ainda hoje é usada como símbolo de oração
Senhor se nada mais eu puder fazer em favor so bem estar dos teus servos missionários que estão nos campos para a ceifa .Da-me ao menos a disposição de interceder em favor deles e do trabalho que realizam para a glória do teu nome .

Ser uma canção.




Que a minha vida seja uma canção de paz aos olhos dos homens
Que a minha vida seja um poema de amor aos olhos dos homens
Que a minha vida seja apenas uma pena nas mãos de um grande escritor
Que escreva por mim linda, tão linda canção de valor
Que escreva com minha vida linda, tão linda
Canção de paz, faz de mim, óh Pai
Ouve o meu clamor
Eu preciso e quero ser o Teu poema de amor
Que a minha vida seja um precioso violão no tom do louvor
E que cada nota, cada acorde, sejam tocados pelas mãos do Senhor
Que a minha vida seja um grande instrumento, mas não afinado pra um só concerto
Mas para uma eterna adoração a Ti
Mas para uma eterna..

segurando .





“Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, tomou um cesto de junco, calafetou–o com betume e piche e, pondo nele o menino, largou-o no carriçal à beira do rio” Êxodo 2:3
Seus sonhos estão dentro da vontade de Deus? Perguntinha difícil essa, não? Em minha mente isso tem ecoado tão intensamente que algumas vezes pensava em estagnar e esperar Deus agir. Mas Deus não quer que fiquemos parados. Ele quer uma pequena – mas prepare-se – difícil ação.
Você deve lembrar da história narrada em Êxodo, no capítulo 2, quando a mãe do bebê, futuramente nomeado Moisés, pega aquele filho e, acomodando-o bem dentro de um cestinho, larga o cesto no rio. Conhecemos bem a história e, freqüentemente, analisamos a ousadia das parteiras, narrado no capítulo anterior, e seu temor a Deus, a coragem daquela mãe, a expectativa de sua irmã, que acompanhou o cestinho até que este teve um destino. Mas ainda não tinha pensado no sentimento daquela mãe no momento em que chegou à margem do rio.
Um bebê de três meses é lindo! Independente das boas ou más influências genéticas dos pais, toda criança nesta fase é admirada e desperta em nós sentimentos de afeto, de amor. Mas junto com toda sua meiguice, a criança começa a se expressar de várias formas – e isso não podemos impedir. Aquela mãe não podia mais esconder a criança (que se encontrada com a mulher hebréia seria morta pelos egípcios) pois seu choro e demais expressões começavam a ficar mais evidentes a cada dia. Era preciso que ela se desfizesse daquele bebê. Ela precisava abrir mão do que tanto amava para que os planos de Deus continuassem a se realizar.
Penso naquela mãe ajoelhada diante do rio Nilo com seu filho dentro do cesto. Um rostinho expressando tanta tranqüilidade, sem saber o que estava acontecendo seria após longos anos, um dos maiores líderes do povo de Deus em toda a história. E aquela mãe, ainda segurando com força o cesto, com medo de se desfazer dele, começa a chorar e se colocar diante de Deus. Creio que naquele momento ela conversava com o Senhor e dizia: “Deus, eu fiz tudo o que podia, mas não consigo mais escondê-lo. Eu o amo tanto…”. A dor no coração daquela mãe é evidente. Mas com toda a ousadia e confiança em seu Deus ela olha para o seu filho mais uma vez e diz a Deus: “Senhor, aqui terminam minhas ações. Eu largo o cesto para que tu, Senhor, cumpras o Teu plano”.
Você já experimentou largar o cesto? Muitas vezes estamos tão agarrados com nossos sonhos e projetos que Deus não pode continuar Sua obra em nossas vidas! Acreditamos que nossos “bebês” ficarão quietos para sempre e que teremos o controle da situação e não nos damos conta de que largar o cesto é ordenança de Deus. A ação que Deus quer de sua vida é esta: largar seus planos e sonhos nas mãos do Pai Celestial.
Se aquela mãe pensasse apenas em si mesmo, com certeza teria ficado com aquele filho até que soldados egípcios o tomassem de suas mãos. Mas ela pensou na vida daquele bebê que tanto amava. Não podemos pensar em nós mesmos, mas sim nos propósitos de Deus para nossos ministérios, trabalhos, relacionamentos e tudo mais que precise ser controlado por Ele.
Em Isaías 55, versículo 9 diz “porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos”. Temos confiado mais em nossas estratégias para “segurar o choro do bebê” ou nos planos do Senhor, maiores e melhores? É característica nossa sermos controladores e tentarmos dirigir tudo pelo nosso próprio entendimento. Mas como filhos de Deus, precisamos confiar na promessa de que os propósitos de Deus jamais se frustrarão (Jó 42:2).
A palavra de Deus para nós é “largue o cesto”. Não com desesperança, não com desistência, mas com a certeza de que lá embaixo, no final do rio, nossos planos terão destino certo, preparado pelo Senhor.