Uma das coisas que mais adimiro na vida,é o poder das palavras,hoje eu estou tentando falar neste blogger um pouco sobre meu *mundo interno.sobre as coisas que mais amo, e desejo viver.
Acredito que os papeis são fieis ao escritor, neles podemos nos expressar,falar das coisas que amamos,sem ter medo que ninguém nos limite, ou nos julge pelos nossos sonhos. Por esta razão fiz este blogger para compartilhar um pouco do meu mundo com aqueles que sonham como eu, amigos e queridos leitores na vida todos temos escolhas. e é importante saber a direção que seguiremos, quando estivermos face a elas ,lembre-se se olharmos para baixo talves nunca tenhamos forças para enxergar outros horizontes mais acima.Mas se permanecermos olhando para frente veremos que prosseguir nos levará ao nosso ideal e objetivo tão esperado, por isso não se limite ao seu medo ou a ao fracasso, pois aqueles que decidiram viver assim nunca, e jamais conquistaram seus sonhos e viveram sem sentido,sem esperança;
obrigado a todos vocês meus seguidores, desejo que vocês possam alcançar cada sonho, cada objetivo que tanto desejam na vida.
um abraço carinhoso amo vcs♥ lú
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Mais um dia..
Hoje está frio.
Essa quarta-feira me parece agradável o sol rompe essa manhã e traz um aluz que ilumina a escuridão desse dia .
Oa ventos embalam e abalam minh´a alma me fazendo acordar para a vida hoje.
Sinto sobre a minha pele o toque frio da vida, da vida entediante e ao mesmo tempo tão desafiadora para mim, para os meus sonhos.
As árvores em suas danças de jazz, louvam e vibram o dia perfeito dessa manhã.
As folhas caem suavemente, e caem sobre nosso que tanto desvalorizada pelo chão que pisamos, caem no chão dos homens apressados e ingratos.
O abraço do vento vindo de outros abraços não dados.
Abraçados somos mesmo sem desejar abraçar.
Até mesmo as imagens parecem receber o toque de outono.
Outrora primavera.
Esquecido verão.
Será também em nossa vida?
Dizia uma frase :que esta terra,este chão no quel hoje pisamos évermelha ,esta cor está na nossa pele, pois ela é vermelha pelo sangue derramado por muitos que lutaram pela liberdade. ela também é marrom terra,
que teima em se fazer pintura.
Cor de tinta molhada, chuva em pleno sertão.
.
Ah, dia que é tão frio e tão belo, essa manhã me lembra a saudade , os sonhos, os amigos a familia... porque é assim?
Mas esse dia é especial como a poesia,
como a canção,como o teatro mudo da alma,
que se faz vivo, que fala de vida.
Que a vida seja feita de outonos e primaveras.
De boa vida e lindas lembranças.
De lágrimas verdadeiras,
de pureza em todas as formas.
De fonte de raras vidas não extintas.
Essa quarta-feira me parece agradável o sol rompe essa manhã e traz um aluz que ilumina a escuridão desse dia .
Oa ventos embalam e abalam minh´a alma me fazendo acordar para a vida hoje.
Sinto sobre a minha pele o toque frio da vida, da vida entediante e ao mesmo tempo tão desafiadora para mim, para os meus sonhos.
As árvores em suas danças de jazz, louvam e vibram o dia perfeito dessa manhã.
As folhas caem suavemente, e caem sobre nosso que tanto desvalorizada pelo chão que pisamos, caem no chão dos homens apressados e ingratos.
O abraço do vento vindo de outros abraços não dados.
Abraçados somos mesmo sem desejar abraçar.
Até mesmo as imagens parecem receber o toque de outono.
Outrora primavera.
Esquecido verão.
Será também em nossa vida?
Dizia uma frase :que esta terra,este chão no quel hoje pisamos évermelha ,esta cor está na nossa pele, pois ela é vermelha pelo sangue derramado por muitos que lutaram pela liberdade. ela também é marrom terra,
que teima em se fazer pintura.
Cor de tinta molhada, chuva em pleno sertão.
.
Ah, dia que é tão frio e tão belo, essa manhã me lembra a saudade , os sonhos, os amigos a familia... porque é assim?
Mas esse dia é especial como a poesia,
como a canção,como o teatro mudo da alma,
que se faz vivo, que fala de vida.
Que a vida seja feita de outonos e primaveras.
De boa vida e lindas lembranças.
De lágrimas verdadeiras,
de pureza em todas as formas.
De fonte de raras vidas não extintas.
pequeno conto
Pequeno Conto na Madrugada
.
Ela costumava esconder seus rascunhos em folhas amareladas. Segurava seus papéis como se fossem tesouros.
Comprimia-os sobre seu corpo quando alguém se aproximava, ficava horas junto a elas só para ter a certeza que eram suas.
Sempre que a perguntavam o que estava escrito,
Hannah respondia qualquer coisa
com ar de muitos segredos.
Era uma tarde chuvosa e cinza quando notaram a ausência de Hannah.
Depois de horas de busca pela menina
a encontraram no porão.
Sem ar, com o coração em pleno descanso.
Não se via muito sua face, seus cabelos encobriam a maior parte de seu rosto.
Usava seu moletom favorito e seu batom cor de boca,
o qual proporcionava um contraste com tamanha palidez em sua face.
Não havia mais vida.
Erick pensou ter encontrado resquício de um sorriso em seu rosto enquanto a observava.
Foi uma morte bonita,
uma morte leve...
Se não fosse a imobilidade e sua falta de cor,
pensaria que estava apenas adormecida.
A paz que ela possuía durante a vida continuava estampada na sua morte.
Erick era o único que sabia o esconderijo de seus papeis.
Ele a vira duas vezes tocando o mesmo livro na prateleira de seu quarto.
Era um livro com capa cor de poeira e saudade,
escrito por alguém que não tivera sucesso na área literária,
um desconhecido poeta.
Não hesitou em procurar os papéis,
sentiu um misto de culpa e curiosidade.
O da curiosidade se sobressaiu.
Subiu as escadas em silencio absoluto.
Somente seus passos possuíam voz naquele momento.
Entrou no quarto de Hannah e logo avistou a estante.
Lá estava o livro e dentro dele todas aquelas folhas avulsas
cheias de pensamentos.
Agora aquelas folhas eram suas.
Os segredos da menina estavam agora em suas mãos.
-Quais seriam esses segredos?
-Possuíam cor, data ou alguma forma?
Pensava ele olhando para todos aqueles papéis.
Tocou as folhas mas não as leu até chegar em sua casa.
Subiu as escadas e entrou em seu quarto.
Nem se lembrava da menina que havia morrido.
Ele queria os segredos,
nada mais.
As folhas estavam amassadas,
devido ao tempo que passavam nas mãos de Hannah.
Eram irregulares no tamanho.
Amareladas na cor.
Não havia nada nelas além de algumas palavras avulsas.
Nenhuma sequencia ou ordem de pensamento.
Hannah não possuía um passado digno de ser lembrado,
nem sonhos suficientes que a fizessem escrever.
Pobre garota sem história,
sem sonhos e agora,
sem vida.
Hannah tinha sido apenas um rascunho pensado,
incapaz de se fazer verbo.
-O que ela pensava ao segurar essas folhas?_pensava Erick consigo mesmo.
-O que a fazia pensar que eram especiais?
Se havia algo que Hannah sabia fazer era atribuir valores as coisas simples da vida,
mas super estimar folhas com palavras sem sentido?
Talvez ela as tocasse para imaginar historias que nunca viriam a ser escritas,
aquelas que são tão fortes que papeis não suportariam seu peso.
Histórias sonhadas, com múltiplos finais,
os quais poderiam ser reinventados todos os dias,
quantas vezes desejasse,
adaptáveis a necessidades de sua alma.
As folhas eram especiais por não terem passado,
nem manchas,
nem historias.
Assim como ela.
Hannah logo será esquecida, mas aquelas folhas talvez possuam um tempo de gloria maior que o dela.
Ninguém tem as respostas sobre aqueles papeis,
mas cada um gosta de pensar no que significavam.
O que poucos sabiam era que Hannah tinha medo dos finais,
por isso nunca terminava nada,
sua vida era feita de metades.
Desse modo poderia pensar sobre os cem caminhos que poderiam ser percorridos,
não limitar sua vida a um destino concreto.
O medo de possuir historias repetidas e enfadonhas
lhe eram como fantasmas.
Ela conseguiu se fazer historia por não possuir prefácio nem dedicatória.
Era historia que não tinha um fim.
.
.
Ela costumava esconder seus rascunhos em folhas amareladas. Segurava seus papéis como se fossem tesouros.
Comprimia-os sobre seu corpo quando alguém se aproximava, ficava horas junto a elas só para ter a certeza que eram suas.
Sempre que a perguntavam o que estava escrito,
Hannah respondia qualquer coisa
com ar de muitos segredos.
Era uma tarde chuvosa e cinza quando notaram a ausência de Hannah.
Depois de horas de busca pela menina
a encontraram no porão.
Sem ar, com o coração em pleno descanso.
Não se via muito sua face, seus cabelos encobriam a maior parte de seu rosto.
Usava seu moletom favorito e seu batom cor de boca,
o qual proporcionava um contraste com tamanha palidez em sua face.
Não havia mais vida.
Erick pensou ter encontrado resquício de um sorriso em seu rosto enquanto a observava.
Foi uma morte bonita,
uma morte leve...
Se não fosse a imobilidade e sua falta de cor,
pensaria que estava apenas adormecida.
A paz que ela possuía durante a vida continuava estampada na sua morte.
Erick era o único que sabia o esconderijo de seus papeis.
Ele a vira duas vezes tocando o mesmo livro na prateleira de seu quarto.
Era um livro com capa cor de poeira e saudade,
escrito por alguém que não tivera sucesso na área literária,
um desconhecido poeta.
Não hesitou em procurar os papéis,
sentiu um misto de culpa e curiosidade.
O da curiosidade se sobressaiu.
Subiu as escadas em silencio absoluto.
Somente seus passos possuíam voz naquele momento.
Entrou no quarto de Hannah e logo avistou a estante.
Lá estava o livro e dentro dele todas aquelas folhas avulsas
cheias de pensamentos.
Agora aquelas folhas eram suas.
Os segredos da menina estavam agora em suas mãos.
-Quais seriam esses segredos?
-Possuíam cor, data ou alguma forma?
Pensava ele olhando para todos aqueles papéis.
Tocou as folhas mas não as leu até chegar em sua casa.
Subiu as escadas e entrou em seu quarto.
Nem se lembrava da menina que havia morrido.
Ele queria os segredos,
nada mais.
As folhas estavam amassadas,
devido ao tempo que passavam nas mãos de Hannah.
Eram irregulares no tamanho.
Amareladas na cor.
Não havia nada nelas além de algumas palavras avulsas.
Nenhuma sequencia ou ordem de pensamento.
Hannah não possuía um passado digno de ser lembrado,
nem sonhos suficientes que a fizessem escrever.
Pobre garota sem história,
sem sonhos e agora,
sem vida.
Hannah tinha sido apenas um rascunho pensado,
incapaz de se fazer verbo.
-O que ela pensava ao segurar essas folhas?_pensava Erick consigo mesmo.
-O que a fazia pensar que eram especiais?
Se havia algo que Hannah sabia fazer era atribuir valores as coisas simples da vida,
mas super estimar folhas com palavras sem sentido?
Talvez ela as tocasse para imaginar historias que nunca viriam a ser escritas,
aquelas que são tão fortes que papeis não suportariam seu peso.
Histórias sonhadas, com múltiplos finais,
os quais poderiam ser reinventados todos os dias,
quantas vezes desejasse,
adaptáveis a necessidades de sua alma.
As folhas eram especiais por não terem passado,
nem manchas,
nem historias.
Assim como ela.
Hannah logo será esquecida, mas aquelas folhas talvez possuam um tempo de gloria maior que o dela.
Ninguém tem as respostas sobre aqueles papeis,
mas cada um gosta de pensar no que significavam.
O que poucos sabiam era que Hannah tinha medo dos finais,
por isso nunca terminava nada,
sua vida era feita de metades.
Desse modo poderia pensar sobre os cem caminhos que poderiam ser percorridos,
não limitar sua vida a um destino concreto.
O medo de possuir historias repetidas e enfadonhas
lhe eram como fantasmas.
Ela conseguiu se fazer historia por não possuir prefácio nem dedicatória.
Era historia que não tinha um fim.
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