quarta-feira, 25 de maio de 2011

Um olhar “inocente” sobre os campos de concentração

Bruno é uma garoto de 9 anos que tem uma vida abastada em Berlim, e subitamente tem que se mudar para outro lugar, o campo de Haja-Vista, um local mais longe, menor, mais feio e sem seus melhores amigos. Apenas com sua irmã, o que ele considera um Caso Perdido. Ao chegar lá, ele tenta convencer o pai a voltar para Berlim, mas o pai é um comandante da guarda alemã e tem uma missão naquele local que ele não sabe qual é, mas sabe que foi indicada pelo Fúria ( qualquer semelhança com Führer não é mera coincidência).Sozinho em casa, Bruno decide passear pela redondeza e conhece um garoto da sua idade, que mora do outro lado da cerca com centenas de pessoas e usa sempre um pijama listrado igual a todo mundo. Bruno não entende porquê, e na sua inocência acha que as pessoas devem se cansar de usar todos os dias as mesmas roupas. Ele também não entende porque Schmuel, seu novo amigo, está sempre com fome, tem aparência cinza e está cada dia mais magro. No íntimo, ele queria estar no lugar de Schmuel, porque ele tem centenas de crianças para brincar, quanto a Bruno, ele não tem ninguém, a não ser Schmuel, mas este não pode passar para o lado de cá da cerca.A partir daí, Bruno começa a visitar o amigo diariamente, e os dois trocam confidências, contam histórias um para o outro e aprendem sobre suas vidas, mas não conseguem entender porque há esta grande diferença entre eles.
porém os dias se passam ..
A amizade, porém, ocupa os dias de Bruno e durante os encontros na cerca, cada um do seu lado, eles esquecem de seus problemas e insatisfações. É uma amizade sincera, sem interesses, e preconceito e despreocupados do conflito e inocentes do conflito pelo qual se passa entre seus países, eles vivem uma amizade verdadeira ,longe da maldade e crueladade do homem,
Apesar de se uma ficção, onde as autoimagens nos aponta para uma realidade do que é a guerra e de até onde pode-se ir o preconceito ,são mitigadas as mazelas e a crueldade da grande guerra. No entanto, a sutileza nos detalhes e a clareza da dramaturgia , nos levam a entender mesmo que se trate de ficção artificiosa, nos questionamos como pode tal preconceito e maldade  chegar a esse ponto?qual o preço que se paga por tal ato? como Bruno ,que desconhecia por completo quem era aquelas pessoas. Seu pai, na condição de oficial militar, deveria tê-lo introduzido no assunto. No entanto, ao contrário disso, todas as pessoas que ocercavam o manteve absorto, como se a guerra não existisse. A única mais realista é Gretel, sua irmã mais velha, mas como ele mesmo a chama, um "Caso Perdido.
Porém depois se torna tarde para correção do erro,bruno ao passar para o outro lado da cerca no dia do morte dos judeus e no própeio dia de sua partida para outra cidade vai ao encontro de seu amigo na tentativa de encontrar o pai de seu amigo havendo ele se vestido como um dos judeus é levado para o que podemos chamar de tunel ou sala da morte, não sendo notado no meio dos jueus ele é levado para a morte por ordem de sue própio pai ,que na sua infância era seu heroi, o que levante abre para tal questionamento é  como um  garoto de sangue alemão´não pode ser diferenciado dos demais judeus nos quais para os nazistas não se passam de vermes, e animais .o que os tornavam diferentes como seres humanos?


Certa vez bruno pergunta a seu pai, porque não podemso ficar?
Seu pai responde porque A quesrão é que a vida não se pode ser poder ser calcada em escolhas e sim em deveres."
Tais deveres os levaram  a ceifar a vida do seu amado filho o qual imaginava que por trás da beleza da natureza existia vida e liberdade para todos serem felizes..
 
"A infância é medida por ,aromas e visões antes que o tempo obscuro da razão se expanda ."(john betman.)

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