Quando a vida derruba todas as máscaras, nada fica em mim.
Quem sabe sou apenas aquela menina frágil, que precisa de proteção, de um simples aceno, de um aperto de mãos.
Talvez eu ainda seja aquela que acredita no melhor de cada pessoa e que por isso se decepciona sempre.
Ainda posso ser aquela que acredita no poder de um sorriso sincero, de um olhar verdadeiro, da magia no encontro em silêncio de dois corações.
Talvez eu seja aquela que já perdeu quase tudo, mas agarra com todas as forças a única coisa que lhe resta: sua fé.
Talvez eu seja apenas uma menina.
Talvez.

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